| Fotos: Priscila Medeiros/Divulgação |
![]() |
| Vários sensores são fixados no entorno do tronco da árvore |
![]() |
| Marteladas produzem vibrações no interior e raízes do exemplar |
![]() |
| O retorno destes sons indicará se a espécie está saudável |
Nessa segunda-feira (3), foi realizado um procedimento até então inédito no município. Trata-se de um exame de ultrassom em uma árvore, da espécie Timburi, localizada na Praça Rui Barbosa. A ação tem por objetivo identificar se há riscos de queda.
O exame, que contou com a participação da secretária do Meio Ambiente, Mayra Fernandes, consiste na fixação de sensores no entorno do tronco da árvore, onde são aplicadas marteladas para produzir vibrações no interior e raízes. Através do retorno deste som, é possível indicar se a espécie está saudável ou se corre o risco de cair.
A apresentação do aparelho foi feita pela empresa AMG Ecológica, de Piracicaba, através do engenheiro florestal, Giampiero Cano, e contou também com a participação de seus proprietários Antenor Marconi, Marcos Góes e Kamila Marconi, além do vereador Francisco Carlos de Góes e de diretores e técnicos da Secretaria do Meio Ambiente.
De acordo com Mayra Fernandes, a prefeitura está estudando a possibilidade da contratação, através de licitação, de exames de ultrassom para análise científica de árvores em que as condições fitossanitárias sejam controversas, como é o caso da árvore escolhida para o teste.
LAUDO
O laudo do Timburi será entregue à prefeitura nas próximas semanas. Com base nele, a Semma irá decidir quais medidas serão adotadas para a conservação ou não da árvore, que é tombada pelo patrimônio histórico da cidade.
"Por ser uma árvore quase centenária, que gera benefícios no microclima do entorno, além de ser tombada como patrimônio, escolhemos realizar o teste para que possamos ter uma certeza e base científica para as ações futuras, uma vez que apenas a análise visual não está sendo conclusiva", informa a secretária.


