Muitos questionam sobre a campanha, sua "origem", seu objetivo e as raízes das quais surgiram essa intensa necessidade em conscientizar sobre a prevenção do suicídio. Mais do que isso, além de entender o todo que envolve as campanhas existentes atualmente no setembro amarelo, precisamos focar em um contexto que está paralelo a estas campanhas.
Você já pensou que das vezes em que alguém próximo que vive triste, cabisbaixo, e que você, mesmo que inconsciente ou inocentemente, acredita ser passageiro ou "besteira", é exatamente neste momento que você precisa chegar até este indivíduo, entrar neste mundo em que o mesmo se encontra no momento, e assim poder ajudar de alguma forma?
Em outras palavras, a prevenção do suicídio pode estar, por exemplo, na empatia com o outro, com a situação do próximo. Empatia que vai além de "tomar" as dores. A empatia que eu falo é aquela em que você saberá dizer exatamente o que a pessoa precisa ouvir naquele momento. Você já pensou em perguntar o porquê de morrer, ou o que isso mudaria para a pessoa? Ou o que ela pensa que aconteceria com quem ficasse? Ou ainda, o que é morrer?
Os questionamentos podem ser muitos, mas a sua empatia é uma só. Às vezes, ou na maioria delas, ao contrário do que a grande maioria pensa, o indivíduo que vive na constante depressão só precisa de carinho, atenção, e alguém que o escute, que o entenda, sem julgamentos.
Não é difícil, se você não tentar.