Chega e se espantar com o tom da voz. Fica parado e admira a cena. As mãos recepcionam desconfortável suor.
As pernas, trêmulas, sinalizam desgaste circunstancial. A têmpora recepciona invasiva sudorese. É chegada inóspita hora do desrespeito.
Assim, ela age. Observa e tenta entender. Abre a mente e percorre caminhos contrários do que se vê, de onde existia possíveis compreensões.
O que levaria alguém a agir dessa forma? Igualdades socialmente desiguais, numa gramática narcísica de (pro)nomes possessivos. O outro é sempre o superlativo. O outro é a hipérbole indireta.
É a personificação do máximo.