Tribuna do Leitor

Dr. Olavo Teixeira Fontes

Gilberto Sidney Vieira
| Tempo de leitura: 2 min

Em 10 de setembro de 1954, meio-dia, com sol, na praia de Toninhas, Ubatuba. Várias testemunhas oculares viram um ufo que se aproximou das águas do mar numa velocidade incrível. Quando ia se chocar com o mar, deu uma guinada para cima e explodiu em pedaços pequenos. Alguns caíram no mar, outros na areia.

Pessoas pegaram os pedaços na areia e sentiram pelo tato que era um material muito leve, mas metálico na aparência. Amostras foram entregues ao dr. Olavo Teixeira Fontes, médico, professor de medicina (RJ),ufólogo pioneiro no Brasil e membro da APRO - "Aerial Phenomena Re-search Organization" (USA). Análises dos fragmentos foram feitas : a) no Departamento Nacional de Produção Mineral, do Ministério da Agricultura (24/09/57); b) em laboratório americano, pedido pela APRO (1957); c) no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de SP. Em todos resultados: magnésio puro, em alta concentração. Em 1958, como o dr. Olavo tinha ainda uma amostra de fragmento do acidente, militares brasileiros (serviço de inteligência do Exército) foram à sua casa.

Lá, lhe disseram que, por ser membro da APRO, sabia demais sobre coisas que não deveria saber. Informaram então a ele, durante 2 horas, que os ufos existiam, que 3 pequenos ufos caíram nos EUA, sem destruição total. Em todos eles ETs de pequena estatura, humanóides, foram achados mortos. Os ufos eram de metal muito leve. Tinham um tipo de escotilha feita de um vidro desconhecido. Exames minuciosos mostraram que os ufos eram movidos por um campo magnético extremamente poderoso, de alta voltagem. O campo produziria um efeito gravitacional. Os 3 ufos foram desmontados e estudados (engenharia reversa). Os cientistas não lograram êxito em descobrir como os ufos produziriam tal energia.

Parece que usavam um tipo de motor atômico. Os cientistas queriam encontrar um meio de converter a energia liberada de um reator nuclear para força elétrica. Quando os ufos eram atacados militarmente, se tornavam hostis. Não tinham defesa eficaz contra eles até agora(1958). Aviões de guerra foram destruídos por algum tipo de arma em forma de feixe de luz utrassônico que consegue desfazer a coesão molecular de qualquer estrutura metálica. Os militares acordam que pessoas comuns não deveriam saber sobre os assuntos aqui abordados, para se evitar uma histeria coletiva. Está em franca operação (1958) uma planejada censura mundial sobre os ufos. Certos ou errados, os militares tudo farão para manter seus trabalhos sigilosos. Ninguém irá impedir-nos de assim proceder. Era como se agia militarmente sobre ufos nos anos 50. Nos anos 60, jovem bauruense, estudante de medicina(RJ), foi discípulo do dr.Olavo, que lhe mostrou todos seus arquivos de pesquisas ufológicas. Seu nome era dr. Álvaro Paschoal, hoje médico emérito (cardiologista).

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