Tribuna do Leitor

E agora, senhor presidente?

João Alvares - Jornalista
| Tempo de leitura: 1 min

Tempos atrás, senadores assinaram requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de inquérito (CPI) com a finalidade de investigar os dados (as contas) da Previdência Social...

Que, na opinião do presidente Temer e do seu 'escudeiro' Henrique Meirelles, existia um rombo enorme e de um déficit incalculável e que havia necessidade urgente da reforma da Previdência. A Comissão Parlamentar de Inquérito foi formada por sete senadores e cinco suplentes, dos seguintes partidos (PMDB-DF, PMDB-RS, PSDB-TO, PSD-RS e PSB-AP, e dos suplentes: PT-CE, PSDB-TO e PSB-SE. Outras duas vagas de suplentes foram preenchidas após a criação da CPI...

Essa Comissão teve um prazo de 120 dias para realizar os trabalhos, isso foi no mês de abril próximo passado de 2017. Essa Comissão teve poderes de investigação para comprovar se o rombo apresentado pelo governo federal era verdadeiro... O relator da CPI, senado Hélio José (PMDB-DF), defendeu que o parecer final não deve ser favorável ou contrário ao governo federal, mas sim um 'documento da verdade'.

Esclareceu com precisão as receitas e despesas do sistema, bem como todos os desvios de recursos. No final, o relatório apresentado dia 23 de outubro de 2017 - terça-feira, publicado somente por este nosso melhor Jornal do Nosso Mundo - JC', com a seguinte manchete - Caixa Alta - CPI: DÉFICT DA PREVIDÊNCIA NÃO EXISTE.... O relator da CPI da Previdência, o senador Hélio José, argumentou que as projeções sobre o tema apresentadas pelo governo o seu escudeiro Henrique Meirelles não estão de acordo com a realidade e que elas foram construídas para justificar uma reforma que se classificou como 'Drástica'... Disse ainda: são absolutamente imprecisos, inconsistente e alarmista os argumentos reunidos pelo governo federal sobre a contabilidade da Previdência Social. E agora, senhor presidente Temer?

Comentários

Comentários