A atual fórmula de correção do mínimo leva em consideração a variação do INPC e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. No caso de 2018, portanto, foi somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017. Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC. Ao anunciar o reajuste de 1,81% no final do ano, o governo usou apenas uma estimativa de variação do índice, cujo percentual exato só foi divulgado anteriormente e será utilizado para quem recebe um salário mínimo de aposentadoria pelo INSS.
A atual regra para correção do salário mínimo vale somente até 2019. No ano que vem, portanto, o governo fixará o salário mínimo de 2019 pela última vez com base nessa regra. Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.
O valor atual do salário mínimo está distante do valor considerado como “necessário”, segundo cálculo do Dieese. De acordo com o órgão, o mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.856,23 em dezembro de 2017.
Diante do contido acima, só nos resta salientar que todos os brasileiros aposentados pelo INSS sofrerão na pele mais uma vez o impacto dos desmandos do governo federal. É inacreditável que uma correção de 1,81 % e 2,07% sobre as aposentadorias serão suficientes para bancar as despesas domésticas e outras, supermercados a cada dia reajustam suas mercadorias, combustíveis mais caros do mundo...
Como um aposentado pode ter um plano de saúde? Então, tem recorrer ao SUS... Cadê os médicos? Será que tem vagas nos hospitais conveniados pelo SUS? Só para reforçar, os políticos dependem do SUS... É como dizia meu ex-colega de serviço Célio Gonçalves... Oremos.
Obs: Fonte: Internet.