Tribuna do Leitor

E agora, o que faremos?

Antonio Carlos Azevedo dos Santos
| Tempo de leitura: 2 min

Esta é a grande pergunta no momento, depois da atitude do STF na última reunião sobre o HC do ex-presidente Lula. Por mais que o STF tentou explicar, o fato é que achou-se uma chicana para que a medida que deveria ser tomada naquele dia fosse adiada para o próximo dia 4 de abril deste ano, talvez para referendar o que ocorrer em Porto Alegre no dia 26 de março deste ano. O atual STF, no momento, não demonstra confiabilidade, na verdade, e talvez nem eles mesmo têm a certeza do que fazer na próxima reunião. "José Marcio Castro Alves" escreveu: 'Países cujas constituições permitem que os políticos tenham foro privilegiado e que os próprios políticos nomeiem os juízes dessa mesma Corte, são pocilgas, hospícios em forma de nações'.

Agora já sabemos o que fazer! Quando você for votar neste ano, vote em quem quer modificar esta pocilga que hoje chamamos de país, principalmente quem apoiar modificar a lei eleitoral, o foro privilegiado, os privilégios do judiciário, a lei da ficha limpa, somente um mandato de 5 anos para todos os eleitos (presidente, governador, prefeito) sem poder retornar ao mesmo cargo durante 8 anos, diminuir o número de cadeiras para o senado, deputados e vereadores, e finalmente atualizar a Lei Fiscal.

É evidente que se votarmos nos candidatos do PT, PMDB, PSDB, PP, PCdoB e todos partidos que apoiaram o PT e o PMDB (hoje MDB) nestes últimos 13 anos, é claro que estaremos cometendo o mesmo erro de anos atrás. Chegou a hora de não reelegermos todos os políticos que estão implicados com a corrupção, com desmandos políticos e principalmente que apoiaram e continuam apoiando medidas de esquerda, levando o país ao atual caos político, fiscal e financeiro (12 milhões desempregados) a maior recessão jamais vista em todos os tempos, a maior corrupção de todos os tempos, e o risco eminente de o Brasil vir a ser a nova Venezuela. Agora você já sabe o que fazer, combata tudo isso diariamente, dentro dos preceitos constitucionais e certamente teremos um país melhor e mais decente.

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