Num regime presidencialista, como o nosso, em que a figura do presidente é meramente figurativa, diante das garras de um Congresso Nacional individualista e fragmentado, em bancadas de cunho pessoal e oportunista, quem é o bom? O novo ou o velho?
Nas idas e vindas, o questionamento é sempre o mesmo: precisamos mudar, colocar alguém novo! Mas quem é o bom? O bom seria uma revolução, uma renovação nas urnas, através do voto!
Acabar com a supremacia numérica desses partidos que comandam o Congresso Nacional, através de seus deputados e senadores, velhas raposas, vitalícias no poder, através de seus currais eleitorais, oriundos de seu Estado de origem!
Mudar apenas por mudar, já vivemos este filme! Falsos profetas da política nacional já estão destilando o antídoto das promessas e realizações!
Todos querem o seu voto, mas quantos retribuirão!? Mas que presidente, vamos limpar esse Congresso Nacional, condizente e atrelado a todas essas barbáries vivenciadas!