No meu caminho tinha uma calçada, ou melhor, não tinha uma calçada! São tantas as imperfeições que nos fazem pensar: é normal?! Ou seria anormal?! Na verdade, fica a dúvida! Calçada pra que e para quem?
Para servir de área segura, para deslocamento de transeuntes, de qualquer natureza e condição, ou de ponto comercial vitalício, para ambulantes e oportunistas!
Quanta preocupação com as calçadas, quando a maioria, principalmente na área central, são meramente figurativas e a inversão só prolifera. Calçadas dos mais variados modelos, inclinadas, declinadas, com degrau, sem degrau, com escada, sem escada, coloridas, pintadas, com tintas, que, molhadas, tornam-se, verdadeiras armadilhas escorregadias! Calçadas, área para deslocamento seguro ou perigoso, um tabuleiro cheio de armadilhas...
Como podemos dizer que todos são iguais e têm o direito de ir e vir, sem barreiras ou trincheiras ao longo do caminho?
Quando teremos esse direito e respeito!?