Hoje é aniversário de duas das nossas grandes paixões. São 122 anos de Bauru e 51 anos do Jornal da Cidade. Histórias da vida real que também mexem com a gente.
Muitas vezes, em nosso dia a dia, tão difícil quanto fazer jornalismo transparente, plural e posicionado, é diferenciar a razão da emoção e o que desejamos ou idealizamos da realidade dos fatos.
Fazer jornalismo é tratar do que é objetivo e também do subjetivo, das linhas e entrelinhas, se colocar 100% em busca do fato e das suas consequências, respondendo às tradicionais perguntas do lead: quem, o que, quando, como, onde e por quê? E aqui no JC, avançamos ainda mais, acrescentando também o "e daí?" e o "e eu com isso?", na certeza de que a informação leva à transformação.
Aos 51 anos completados hoje, temos a informar que construção do nosso novo produto editorial já começou faz tempo e se acelera a partir de agora, como você, leitor/internauta, poderá conferir de forma cada vez mais perceptível. Vem muita coisa boa por aí no jornalismo, acompanhe.
Hoje, no entanto, queremos mesmo compartilhar com você uma das manifestações mais carinhosas e que mais nos emocionaram em toda a nossa trajetória, escrita e a nós enviada pelo leitor Reynaldo Farha, que conversa com o jornal como quem conversa com um amigo de muitas jornadas. Foi tanta a alegria que resolvemos abreviar esse editorial e deixar que as palavras do Reynaldo falem com você a seguir, que poderá, assim, entender melhor como estamos nos sentindo gratificados.
Ficamos por aqui, não sem antes agradecer a vocês, nossos leitores, a quem dedicamos todos os dias do nosso trabalho, 24 horas por dia.
Obrigado e boa leitura!