Em um país em que mais da metade da população é do sexo feminino, o que se vê nas ruas é cômico, se não fosse trágico. Na política, cumpre-se apenas o mínimo de cargos destinados às mulheres. Nas empresas, a igualdade salarial ainda é um sonho, especialmente quando a função exercida é a mesma.
Essa realidade, que constantemente se reconfigura, se constrói com a mudança de hábitos e olhares do Estado e da população em prol da igualdade de gênero.
A questão é: quem vai começar a levar tudo isso a sério?