Tribuna do Leitor

A questão da violência no Brasil

Antônio Carlos Rodrigues
| Tempo de leitura: 3 min

É triste vivenciar na nossa Bauru o episódio do dia 5, quando uma quadrilha fortemente armada com armas de guerra aterrorizou a população bauruense. Graças aos que são sagrados, pessoas inocentes não foram vitimadas com projeteis extraviados das armas dos facínoras que nada têm a perder.

Acontecimento como este vem ocorrendo no país de norte a sul, isto demonstra que o poder público perdeu a sua soberania pela marginalidade, as lei beneficiam a "bandidagem", os marginais, travestidos de políticos que há muitas décadas vem surrupiando os recursos públicos do nosso Brasil, consequentemente devastando a educação, a segurança, a saúde e infraestrutura, em geral gerando a impunidade que vem alimentando e encorajando os malfeitores a agirem sem medo do enfrentamento das polícias e da desacreditada justiça capenga, que tratam os criminosos como vítimas da sociedade.

As frágeis leis aprovadas na Câmara e no Senado Federal impõem mais benefícios do que penalidades duras que inibem os criminosos.

É tão verdade essa situação devido às irresponsabilidades e culpabilidades daqueles eleitores alienados que elegem candidatos que não têm compromisso com as coisas públicas e muito menos responsabilidade, elegendo vândalos para ocupar o poder, em prejuízo à sociedade que vem enfrentando a violência urbana, no trânsito e em geral, ou seja, generalizada, pessoas do bem estão sendo vitimadas, perdendo o bem maior, a "vida", e bens materiais, devido ao ato de ingenuidade, ignorância e irresponsabilidade de uma maior parte dos muitos eleitores que erram na escolha do candidato, elegendo marginais, pagando uma alto preço pela falta de cultura eleitoral.

Espero que os eleitores a nível de Brasil reflitam sobre o retrocesso que vivemos hoje, o desmando total, a violência, o desemprego, a educação, a segurança, a política e justiça, tudo em declínio acelerado, conflitos e desajuste incontrolável. Logo no próximo mês, outubro, teremos novas eleições e clamamos que seja eleito um presidente da República e governadores, senadores e deputados federais melhores e não os piores.

É preciso muito cuidado, eleitor, para que não erremos novamente elegendo ou reelegendo maus políticos, os envolvidos em ilicitudes, corrupção e outras falcatruas, pois muitos desses que estão no poder nada fizeram para mudar o rumo do país, somente arruinaram, acharcaram o país. Eleitor, vote consciente, repugne o corrupto, o malfeitor, o crápula, inidôneo, despreparado e principalmente aqueles que prometem solução pra tudo antes de serem eleitos e nada faz após assumir o cargo, esses só querem enganar os otários.

Eleitor! Tenha muito cuidado para não eleger marginal, corrupto e malfeitor, aquele engana o eleitor, promete, promete e se eleito desaparece, faça uma escolha sábia, não eleja ou reeleja malfeitores.

"Quando o governo é formado ação de homens justos e honestos, o povo vive feliz; mas quando os líderes de uma nação são maus e desonestos, o povo chora de tristeza e desalento. Um rei justo e honesto ajuda seu país a crescer e viver em paz: o rei que quer ficar rico à custa do povo acaba destruindo uma nação" - Proverbio 29, versículos 2 e 4 da Bíblia Sagrada, escrita há mais de 2.000 mil anos. Por fim, acreditar é preciso, mas ser sábio na escolha é muito mais interessante. Ou fazemos a melhor escolha ou pagaremos caro pela ignorância e pelo alto grau de alienação.

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