Depois de uma desastrosa administração da era Lula e Dilma, na Petrobras, em que sua dívida chegou em 2014 a descomunais US$ 106 bilhões, ou R$ 435 bilhões, a maior entre as petroleiras pelo mundo, a estatal, hoje eficiente e com boa governança, se recupera e deve reduzir significativamente seu endividamento.
Como anuncia sua direção, que da dívida do início deste ano que estava em US$ 85 bilhões deve ser cair até dezembro para US$ 69 bilhões, ou R$ 283 bilhões, ou ainda menor que em 2014, em R$ 152 bilhões. Número esse do tamanho do nosso déficit fiscal...
Outro dado positivo da empresa é que, em função da venda de ativos nestes últimos dois anos, e redução de funcionários, a Petrobras, pela boa situação de caixa, voltou a acelerar investimentos.