| DAE/Divulgação |
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| Caixa modelo tradicional que permite acesso aos leituristas |
Fazer a leitura da conta de água tem se tornado uma "missão impossível" em alguns casos. Somente no curto período de julho a setembro deste ano, o DAE registrou 1.061 ocorrências de falta de acesso à leitura dos hidrômetros. E os obstáculos são os mais diversos: grades, portões, muros e até cães. Por lei, o morador deve facilitar a acessibilidade do DAE ao hidrômetro.
O Serviço de Controle de Perdas da autarquia explica que esse número pode ser até três vezes maior neste ano, porque o sistema comercial foi reformulado em junho para a filtragem das diversas ocorrências encontradas in loco. Assim, só a partir de julho, foi possível mapear as áreas e residências para as futuras autuações e planos de ação.
Segundo o diretor do Serviço, Elton Oliveira, o objetivo do DAE não é multar esses usuários, mas poder padronizar o acesso dos servidores aos hidrômetros para que os consumos sejam registrados adequadamente, onde o usuário é o maior beneficiado. "Para isso, além de aperfeiçoar o sistema comercial, o DAE deverá aprovar, em breve, uma resolução, definindo o novo padrão para ligações novas e antigas. Mesmo assim, solicitamos a colaboração solidária dos consumidores".
O decreto n.º 760, de agosto de 1963, prevê uma série de obrigações ao usuário que possui sua ligação de água, incluindo a disposição dos hidrômetros. A autarquia já exige que cavalete e hidrômetro estejam posicionados na divisa do imóvel com a calçada, com aberturas nos muros ou muretas e livre acesso pelos servidores da autarquia (conforme os modelos disponíveis no site https://www.daebauru.sp.gov.br). Os modelos também podem ser retirados junto ao Poupatempo, no pedido de ligação.
