Nada é mais complexo para uma organização empresarial que gerenciar conflitos e facções de pessoas dentro do ambiente produtivo. A disciplina de gestão de pessoas é promovida na atmosfera corporativa para dar mais agilidade ao desempenho funcional e promover o combate desses conflitos e facções que geralmente estão presentes no ambiente de trabalho embaraçando muito o rendimento funcional e que respingam nos resultados finais das empresas.
Para o grande conjunto de engrenagens, que movimenta a estrutura organizacional, funcionar perfeitamente dentro das empresas, é necessário haver uma interação racional partindo dos componentes dos recursos humanos disponíveis dentro das organizações empresariais, de forma sinestésica e perfeitamente harmoniosa. Antigamente, os recursos humanos das empresas eram meros componentes coadjuvantes e tratados em segundo plano na cadeia produtiva das organizações. Hoje, a gestão de pessoas se baseia na firmeza da padronização corporativa aliada à gestão humanizada de recursos humanos. Nas grandes corporações privadas, o nível de gestão pessoas é selecionado ainda na fase de contratação de pessoal, não se admite mais dentro de quadros funcionais profissionais sem condições técnicas para o exercício das atividades e com desvios comportamentais.
O maior prejuízo para uma organização em termos de aparelhamento funcional é a migração de colaboradores de alto rendimento funcional formado na empresa para o concorrente ou outra empresa.
Para uma empresa privada, um profissional de alto rendimento é aquele capaz de resolver os problemas de forma dinâmica, com baixo custo funcional com assertivas nas decisões. Quem deve fazer a gestão de pessoas em uma organização? A gestão de pessoas nas organizações deve ser feita pelos líderes intermediários, a nível de coordenações e supervisões, tendo a obrigação de estabelecer regras padrões com a equipe, sem se omitirem da gentileza e educação.
Para esse tipo de gestão, dá-se o nome de gestão direta de pessoas. Os gerentes e diretores também devem fazer suas partes proporcionando políticas internas de gestão de pessoas capazes de promover o bem-estar de todos e humanizando os ambientes físicos e operacionais de trabalhos. Uma gestão de pessoas bem-feita resulta em alta produtividade, eficiência operacional, economicidade corporativa e lucratividade final das empresas.
O autor é pesquisador, especialista em Sustentabilidade, Direito Ambiental e Recursos Hídricos.