O Jornal da Cidade de domingo, 26-5-2019, trouxe uma matéria sobre "Problemas emocionais em estudantes crescem e universidades se mobilizam". "Ansiedade, insônia, desespero, angústia, tristeza permanente, vontade de desistir, sensação de impotência, desamparo e solidão. Todos estes sentimentos tão duros têm se tornado uma preocupação cada vez maior nas universidades. Segundo estudo recente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), oito a cada dez estudantes de graduação já tiveram algum destes problemas emocionais, desencadeados pelas dificuldades de adaptação às transformações e exigências que esta etapa de vida requer.
"Devido ao aumento significativo de alunos com sofrimento mental e transtornos psiquiátricos, incluindo até mesmo casos de depressão, suicídio ou relatos de tendências suicidas, as instituições de ensino têm corrido contra o tempo para aprimorar sua rede de apoio com o objetivo de garantir melhor qualidade de vida a estes jovens (veja mais abaixo)."
O levantamento da Andifes revela que, embora os problemas emocionais sejam uma realidade da grande maioria dos universitários, 70% deles nunca procuraram atendimento psicológico em toda a vida. Muitas vezes longe da família, com incertezas sobre a escolha da carreira, tendo de administrar os estudos ao mesmo tempo em que assumem as responsabilidades da rotina de uma vida adulta, os jovens, sem suporte, podem se sentir perdidos, pressionados e, como consequência, manifestar desordens emocionais. "
Ressalte-se que isto ocorre na adolescência, uma fase em que mutações nos jovens é muito intensa.
Traz, também o jornal uma recomendação: "Divórcio. É preciso saber o melhor momento de falar com as crianças."
Ora, falar o quê? Melhor seria pôr em prática as orientações da Bíblia, a começar do livro de Gênesis, para a constituição da família, onde se lê que da união dos esposos surge uma só carne, ou seja: os filhos.
Quando os pais se separam os filhos sentem que sua alma é rasgada.
Urge um aprimoramento e fortalecimento pessoal e familiar.
O egoísmo é devastador. O narcisismo tem sido destacado como danosa expressão do egoísmo. Diz-se que todos estão sujeitos a isto, com maior ou menor intensidade,
Foi por isso que escrevi um soneto: "Narcisismo". A poesia tem o dom e a missão de auxiliar a memória da sensibilidade, do sonho, da esperança e do esforço para melhorar:
"Narcisismo"
Gratidão e perdão, dons que nos dão
o glorioso prêmio da conquista
de um caráter idôneo e altruísta
para doar-se em toda ocasião
Não é isto a pessoa narcisista.
Se julga especial, sempre é do não,
a buscar ser o alvo da atenção
Por isso é enfadonha e malquista.
Porque procura sempre aparecer
pela paixão que nutre por si mesmo,
aos trancos e barrancos vive a esmo
Toda vida é procura de crescer
e a plenitude disto alcançar:
a todos, todo tempo, sempre amar.