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Brasileirão: Energia em busca da liderança


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Após "tour" satisfatório nas duas partidas que fez fora, o Santos volta à Vila Belmiro neste domingo (28), às 16h, contra o lanterna Avaí, apostando no retrospecto excelente em seus domínios para lutar pela liderança do Campeonato Brasileiro. Como o líder Palmeiras empatou neste sábado (27) com o Vasco, o Peixe (26 pontos) está encostado no Verdão (26).

O time paulista vem de cinco vitórias seguidas na competição, das quais três foram longe de casa, mas a invencibilidade em seu campo é um fator que enche ainda mais de confiança torcida, jogadores e comissão técnica para o compromisso deste fim de semana.

Com aproveitamento de 78,8% no total dos jogos, o Santos já acumula seis triunfos e apenas um empate na Baixada Santista nesta temporada.

"Jogar em casa, e brigando pela primeira colocação, é sempre bom. Espero que nosso torcedor nos apoie e possa encher a Vila Belmiro", afirmou o lateral-esquerdo Jorge.

O atleta aproveitou para alertar a equipe, que, para ele, não pode relaxar na busca apela liderança, mesmo jogando na Vila e diante do lanterna da competição, com cinco pontos: "Eles [Avaí] vêm para ganhar, como todas as equipes que jogam contra quem está na parte de cima."

'MENOS DIFÍCIL'

Somente concentrado no Brasileirão - sua equipe já foi eliminada na Copa do Brasil e na Sul-Americana -, o técnico Jorge Sampaoli não compartilha da mesma dúvida que acomete boa parte de seus adversários na disputa, na qual rodada após rodada vivem de definir se escalam times reservas ou titulares.

E o argentino assume que sua equipe está se aproveitando dessa vantagem. "Temos a oportunidade, ao contrário do que acontece com outras equipes, como Internacional e Palmeiras, de estabelecer força total em uma só competição. Se tivéssemos que atuar em duas, seria muito mais difícil para nós", admitiu Sampaoli.

Portanto, no jogo deste domingo, as únicas ausências no time paulista serão as do zagueiro Lucas Veríssimo, expulso na vitória contra o Botafogo no Engenhão, e o meia Cueva, que foi cortado da relação, de acordo com o treinador, por conta do limite de cinco estrangeiros na equipe em partidas do Brasileirão.

 

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