Que a vida passa num piscar de olhos é fato. Mas já pensou que ela é única? Até o momento, ninguém conseguiu provar que existe uma segunda chance. Esses dias, me peguei pensando sobre quanto tempo ainda temos para tentar alguma coisa. Querendo ou não, é curto. Nosso tempo é a nossa maior ferramenta para continuar seguindo em frente.
Dividimos o tempo entre trabalhar, estudar e exercer as tarefas básicas da vida e do cotidiano. Ou seja, se um dia possui 24 horas, no mínimo 8 horas foram gastas (ou aproveitadas).
Por recomendação médica, estima-se que 8 horas de sono são fundamentais para uma maior qualidade de vida. Somando, 16 horas se foram apenas para cumprir as "obrigações". O restante exige criatividade para aproveitá-las da melhor maneira.
"Obrigações...", aliás, quem as criou?
Quem ditou que as horas deveriam ser gastas assim? Ao mesmo tempo que exaltamos o valor que o tempo tem, nós não conseguimos abrir mão de tudo aquilo que está dentro dele. Por sinal, muita dessas coisas nós não somos favoráveis a cumprir e fazemos apenas pela "obrigação".
No meio disso tudo, nós até pensamos: estamos servindo a quem? Talvez a nós mesmos, talvez aos responsáveis por alguma coisa. É muito complicado entender sobre as leis que foram criadas por outras pessoas, que também se preocupavam com o seu próprio tempo.
Até mesmo enquanto lemos este artigo, o tempo está sendo contado. Vai de você acreditar se está sendo aproveitado ou gasto. Acredite, o tempo é uma perspectiva.
O maior erro do ser humano é se render ao ócio e culpar o tempo por tudo isso. "Eu não tenho tempo pra nada", "não dá tempo"... A prioridade das coisas, quem cria somos nós mesmos.