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Cursos não presenciais crescem


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Cursos não presenciais têm sido aposta das instituições privadas para expansão das matrículas - além de poder facilitar o acesso do aluno, representarem ainda custos menores de operação. A modalidade já representa 25% dos alunos em instituições privadas.

As universidades federais já adotam o ensino a distância, mas em menor extensão. Em 2017, registrou-se 101.395 alunos na modalidade, o que representa 8% do total de matrículas. Os dados são da Sinopse Estatística da Educação Superior de 2017, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

O bloqueio de recursos no MEC atinge ações que vão da educação infantil à pesquisa. Nas universidades federais, o bloqueio foi de R$ 2,2 bilhões, referente a cerca de 30% dos valores discricionários (que não contam salários, por exemplo). O MEC tem reafirmado que o dinheiro pode ser liberado até o fim do ano. Na campanha eleitoral, Bolsonaro havia indicado que o ensino a distância seria uma das apostas de seu governo.

A entrevista coletiva foi convocada para o anúncio de liberação de R$ 60 milhões para a instalação de infraestrutura de conexão de internet em escolas rurais. Essa será a primeira execução no ano nesse programa.

Os valores, transferidos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para que as ações sejam executadas, fazem parte dos R$ 120 milhões já prometidos pelo MEC para essa ação, chamada Educação Conectada.

A pasta, no entanto, ampliou o número de escolas que serão atendidas: antes seriam 6,5 mil escolas, agora serão 8 mil unidades rurais. Outros R$ 114 milhões também haviam sido anunciados para em julho instalar internet em escolas urbanas.

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