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Sarampo: São Paulo tem 1a morte

Agência Brasil
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São Paulo - A cidade de São Paulo registrou, nesta semana, a primeira morte por sarampo em 2019. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a vítima é um homem de 42 anos, sem histórico de imunização contra a doença. O óbito por sarampo foi confirmado nesta terça-feira (27) e divulgado nesta quarta-feira (28).

O Ministério da Saúde declarou emergência em saúde pública local no município e região metropolitana de São Paulo por causa do sarampo. O Estado paulista registrou até o momento 98% dos casos oficiais,  quase a totalidade dos dados nacionais. Em outros 12 Estados, foram contabilizados até o momento 32 casos.

De acordo com a secretaria, 2.457 casos de sarampo já foram confirmados em todo o Estado neste ano. Deste total, 66,6% se concentram na capital, que registrou 1.637 casos.

Para prevenir a doença, São Paulo continua com a campanha de vacinação contra o sarampo para bebês com idade entre 6 meses e menos de 12 meses. A faixa etária é considerada mais vulnerável a casos graves e óbitos e representa cerca de 13% do total de casos registrados no estado.

O Programa Estadual de Imunização prevê que crianças e adultos na faixa de 1 ano a 29 anos, devem ter pelo menos duas doses da vacina contra o sarampo. Acima dessa faixa, até 59 anos, é preciso receber pelo menos uma dose. Não há indicação para pessoas com mais de 60 anos, público que, potencialmente, teve contato com o vírus do sarampo no passado.

Além do sarampo, a vacina tríplice viral protege contra rubéola e caxumba.

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