Internacional

Eduardo tem 'reunião simbólica'

FolhaPress
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Washington - Eduardo Bolsonaro deixou a Casa Branca nesta sexta-feira (30) sem anunciar novidades. 

Recusou-se a falar em inglês com a imprensa estrangeira - delegando a missão ao chanceler Ernesto Araújo e, aos jornalistas brasileiros, afirmou que seu encontro com Donald Trump serviu para mostrar mais uma vez que os EUA estão alinhados ao governo de seu pai, Jair Bolsonaro, inclusive para se opor a quem contestar o que chama de soberania brasileira na Amazônia. 

"Todos os líderes que tentarem subjugar a soberania nacional encontrarão problemas não só com o Brasil, mas também com os EUA", afirmou Eduardo após se reunir com Trump e integrantes do governo americano em um encontro classificado por integrantes da comitiva brasileira como 'simbólico'.

Mais cedo, em Brasília, o presidente Bolsonaro afirmou que era possível esperar novidades como resultado da visita de seu filho à capital americana. A partir daí, criou-se uma expectativa de que haveria anúncio de uma ajuda específica dos EUA para combater as queimadas na Amazônia.

O chanceler brasileiro, por sua vez, afirmou que a comitiva não fez nenhum pedido específico a Trump. 

Segundo Araújo, a reunião foi uma forma de emitir sinais à comunidade internacional sobre a parceria entre americanos e brasileiros. 

"Não tínhamos expectativas de sair daqui com nada, mas achamos extremamente significativo que o presidente Trump tenha nos recebido", disse Araújo.

SEGURANÇA NACIONAL

Antes de conversar por cerca de meia hora com Trump e o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, no Salão Oval, a comitiva se reunião com integrantes do Conselho de Segurança Nacional.

Eduardo foi escolhido pelo pai para ser o embaixador do Brasil nos EUA, mas sua indicação ainda não foi encaminhada ao Senado, onde precisa passar por sabatina e ter a chancela da maioria dos 81 senadores.

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