Roma - Em 7 de julho de 1980, quando o papa João Paulo II (1920-2005) visitava o Brasil pela primeira vez, chamou Irmã Dulce para o altar. Em outubro de 1991 foi visitar a freira no Convento Santo Antônio, onde ela já estava acamada - morreria em 13 de março de 1992, aos 77 anos. Vinte e sete anos depois de sua morte, neste domingo, 13, ela se torna oficialmente santa. "Sua história de vida conquistou minha devoção pessoal", declara teólogo italiano Paolo Vilotta, postulador da causa da religiosa brasileira junto ao Vaticano, após ficar provado seus dois primeiros milagres.