Turismo

Passeio dos minhocuçus - 1

Olha aí a turma que foi pescar "Palmitos". Fernando Lucilha Jr.,  que sempre nos manda muitas "estórias", manda a foto em forma de homenagem ao grupo. Da esq. para a dir.: Rogério, Terto, Pardal, Marquinho, João Torrecilha, Niltinho, Hélio Vanini, Fernand
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Nos dias de sábado, em todos os finais de semana, eu e os nomeados amigos, Ino Alvares, Antônio Carlos Duarte, Luiz Carlos Primo Balalai e Luiz Augusto Oliveira Castro encontramo-nos na lanchonete da Loja Havan, as partir das 10h30, para exteriorizar uma saudável conversa com as palavras molhadas de café puro ou misturado com leite, sempre acompanhados de pão de queijo. Uma espécie de aperitivo com funcionamento às avessas, porque a intenção é fechar o apetite do almoço, evitando o abominável risco do aumento de peso. Deixamos a lanchonete, invariavelmente às 13h, para a refeição com a família. Outro companheiro habitual desse encontro é Pedro Gonçalves Cardoso. Achou que devia afastar-se temporariamente da reunião, optando suportar em casa os incômodos consequentes de problema da coluna lombar, prometendo, esperançoso, voltar a frequentar as reuniões sabáticas assim que a expectativa de cura se tornar efetiva. Isso deverá acontecer em breve a julgar pela melhora gradativa por ele percebida .

A pauta dos assuntos tratados na mesa da lanchonete oscila entre a política do País, do município, os jogos da equipe de basquete da cidade no Campeonato Brasileiro, acontecimentos do passado versando famílias e outros assuntos importantes sobre nossa cidade de Bauru. Da conversa, impressiona a higidez mental das memórias de Ino e Luiz Augusto, ao recordarem com precisão fatos acontecidos na década de 1950 e até antes dela, época em que eram adolescentes e participantes dos acontecimentos em geral na então pequena cidade de Bauru. Pelo demonstrado durante a conversa incidindo sobre coisas e pessoas da época, eles estão qualificados à sucessão dos memorialistas Luciano Dias Pires, Irineu de Azevedo Bastos e João Francisco Tidei de Lima para que as centenas de antigos leitores das notícias estampadas no jornal editado mensalmente pelo historiador primeiramente citado, Luciano, não fiquem na mão.

Na mesa da lanchonete o que não faltam são críticas ao presidente da República e congressistas ao rumo do abismo político/econômico que estão conduzindo o País, deixando de lado coisas importantes, imprescindíveis à recuperação menos lerda da economia, tal como deliberar sobre meios de fomentar o agronegócio que vem provando em cada safra ser o esteio de nossa economia.

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