Há quanto tempo
não sentia-te em minha mão
seu dom enredo
a conversar-me com coração,
seu sempre aqui
aberto a novidade
e eu bem assim
querendo só celebrar-te.
Há muito tempo
que o tempo nos separado
não por falta de amor
nem por falta de amparo,
é que distância é como mel,
se pouco, por muito me agrado
mas se muito, logo enjoo-me do céu,
oh que saudade de você, papel.