Apreciada pelo vasto público feminino, as joalherias até os dias atuais despertam a curiosidade e o encanto atrativo de suas peças, o que não poderia ser diferente há alguns séculos atrás no Império Romano. Datado no século I?a.C, a primeira joalheria Romana surgia por intermédio de butins de guerra, onde, juntamente com obras de arte, chegavam cada vez mais quantidades de pedras preciosas.
As jóias eram mais comuns no período Imperial e as preferências de seu público consumidor partiam desde combinações coloridas, sem muita elaboração, até peças lapidadas com figuras de serpentes como no caso de anéis, e alguns braceletes confeccionados em ouro. Confeccionar jóias destacando a figura da serpente era sinônimo de grande valor apotropéico ou protetor, segundo ampla difusão durante o período Imperial.
Muito apreciada por Romanos, a esmeralda encontrada na natureza em cristais de formas regulares, compunham peças como gargantilhas luxuosas que chegavam a atingir dois metros de comprimento, o que era o caso de alguns colares, pois acreditava-se que realçavam a figura feminina naquele século.
Assim exaltada, a beleza da mulher Romana não estaria somente relacionada ás vestes e seus penteados, mas interligada com o toque final da riqueza exibida em seus acessórios.