Observa o tic-tac entre o amanhecer e a penumbra da noite.
Em uma bolha tecnológica, flutua em labirintos para locomoção, mergulha em módulos e escotilhas. Talvez esteja no camarote mais desejado pelo medo do contágio.
Entretanto, sente saudades da chuva e da Terra. Consegue ver alguns efeitos da ocupação humana, não as fronteiras. Soltar a brasa de nossas mãos aliviará a alma, com prudência e fé isso também passará.
Deus não esquece de nenhum filho.
Muita paz e luz a todos que necessitam, sejam males físicos ou espirituais.
Que assim seja.