Não bastava só uma pandemia mundial do coronavírus, temos também, para agravar, a classe política brasileira piorando o que já estava ruim. Cada um puxando a sardinha para sua brasa, sem unidade, sem ligar para a nação, antecipando fora do tempo as eleições de 2022.
Todos querem ser os salvadores da pátria, sem se preocupar com critérios técnicos. Tendo apenas critérios políticos. Se confrontam entre eles se opondo a qualquer boa solução pelo simples fato de vir do outro lado.
O presidente digladia com governadores e até com o ministro da Saúde, que por sua vez disputa com prefeitos, para ver quem trava mais ou libera mais.
Quase sempre sem critério científico. Apenas utilizando critérios de como aparecer mais na mídia.
Parte da mídia nacional também se porta politicamente, sendo contra ou a favor do isolamento de forma clubista, semelhante ao de torcidas organizadas e, a partir daí, em todo material que deveria ser jornalístico. Tenta impor a sua posição manipulando seus telespectadores.
Daí surgem pérolas como a sugestão do PT de formar uma comissão de ex-presidentes, que levaria a liderança da crise para Lula, Dilma, FHC, Collor e Sarney, ou seja, nada está tão ruim que não possa ser piorado.
Certo mesmo é a solução matematicamente provada da Alemanha, com um décimo da mortalidade da Itália e da Espanha, sem nada a mais e nada a menos, que ter uma grande quantidade de leitos nas UTI e respiradores.
O Brasil tem uma ótima condição industrial e empresas como Embraer e as montadoras de automóveis, que podem fabricar estes respiradores ou ainda buscarmos trocas com países como China, Estados Unidos, Alemanha, Coréia e Japão, para comprar estes equipamentos importantes.