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Ser ou não ser...?

Mara Montezuma Assaf
| Tempo de leitura: 1 min

Resultados de pesquisa britânica mostram que o índice de imunidade presumível no Brasil está muito abaixo dos 70% necessários de população já imune para evitar o ressurgimento rápido do novo coronavírus. Os pesquisadores concluíram que a porcentagem de pessoas infectadas com SARS-CoV-2 varia de 0,13% em Minas Gerais a 10,6% no Amazonas. São Paulo, com o maior número casos confirmados, não passa de 3,3% da população infectada.

Pois bem, pela minha idade faço parte do grupo de risco, sigo as regras de maneira exata, faço uso de máscara e luvas ao ir ao supermercado ou farmácia, faço uso de álcool gel várias vezes ao dia, e permaneço 95% do tempo isolada dentro de casa.

Significa que não devo estar infectada, portanto, não estou imune e, desta forma, estou no grupo que aumenta a possibilidade de, por não estar imune, provocar uma segunda onda de coronavírus e ficar doente?

Mas que diabo é isso?

Se me isolo não fico imune, se não me isolo desobedeço às regras e corro o risco de me contaminar e ficar doente.

Quem tem razão neste caso? O isolamento é bom ou ruim?

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