O trabalho pode ser causa e efeito, pode ser vivo ou morto, humanizado ou alienado. Mas quando, sobretudo quando envolve o trato direto entre humanos, se percebe o zelo, e as qualidades superam os defeitos, o trabalho pode ser visto na sua expressão ampliada.
No presente momento histórico ninguém, absolutamente ninguém, mais do que técnicos (as) de enfermagem, enfermeiros (as) e médicos (as) estão sendo responsáveis por nos lembrar não apenas sobre a centralidade do trabalho, mas sobretudo da centralidade do afeto. O afeto cura mais do que o trabalho emancipa!
Esse "estar na linha de frente" que tanto ouvimos falar é algo muito maior do que estar próximo ao risco, é ato puro de empatia que significa se colocar no lugar do outro, no caso, no lugar do paciente. E quando isso é feito com um misto de respeito, carinho e acolhimento, estão dadas todas as condições para um pronto restabelecimento de quem precisou e foi acolhido, incluindo seus familiares.
Gratidão pelo humanismo e excelência do dr. Carlos Guilherme Branco Fonseca, da enfermeira Kelly Navarro e das técnicas Aparecida Ferreira de Lima, Francislaine Gomes e Viviana Machado, da Equipe Hemodinâmica do Hospital São Francisco de Bauru, pelo carinho dispensado à nossa mãe e esposa, Márcia.