Diz um velho ditado que "...amor e ódio andam juntos". Eu diria que estes dois "irmãos" podem ser mesmo confundidos. Sobre estes dois, também posso dizer que cada um tem a sua cor predileta incorporada. Entre o amor e o ódio, duas cores estão na "moda"... e não é de hoje.
O preto e o branco podem se amar, mas andam há tempos se odiando, foi o que mostrou recentemente o caso do negro norte-americano George Floyd, morto estupidamente por um policial branco, que o sufocou até ter uma parada cardiorrespiratória, que o matou, pisando no seu pescoço.
Tudo isso ante os olhares de outros policiais que nada fizeram em favor de Floyd. Mesmo este suplicando durante os 7 min. e 46 seg. que esteve em baixo do joelho do policial mobilizado e deitado no chão. "I can't breathe" (eu não consigo respirar).
E as cores, como ponteiros de um relógio multicolorido, vão mudando, do amor ao ódio. Tic tac. Cores estampadas e carregadas nas bandeiras dos nossos times de futebol (isso quando já desconfiávamos que as coisas já iam muito mal). Pura paixão?
Já as cores do arco-íris adotados pelas comunidades LGBT desfilam também em um turbilhão, que vai de "zero a cem", saindo a paz do amor para entrada de um ódio em explosão.
E, por último, um dos fenômenos mais novos ou (como um urso feroz apenas hibernava) nesses "colorido ínterins". É o que fizeram das cores da nossa bandeira - o verde, amarelo, azul e branco. Estas adotada pela "extrema direita" no atual cenário "político" nacional. Deixando assim praticamente centro e esquerda sem cor de tanta raiva. O próprio "manto sagrado" amarelo da nossa seleção brasileira de futebol não pode mais servir a qualquer posição ou ocasião.
Melhor evitar, para não ser confundido! Restando à esquerda, que no "ódio amigo" ganhou o sufixo "patia" no radical da palavra que seria "apenas" esquerda. Querendo eles transformar a palavra que denomina apenas uma posição escolhida em uma doença. E em meio a essa batalha, que vem avançando sobre a nossa saúde físico/mental, temos visto o resultado de tudo que já era previsível. Se não forem usadas técnicas "medicinais" a tempo, além de ter que se contar com a "sorte" e a mão se preciso (pesada) de Deus. Para então aí extirpar esse câncer crescente de dores e cores fúnebres, porque "All need is love" ("todos precisamos amar e ser amados").
Hoje é terça-feira, primavera brasileira, céu azul, temperatura na casa dos 30 graus… Bom dia, sol!