Discutimos hoje, em larga escala, se tomamos a vacina ou nos rendemos aos tratamentos que estão surgindo, eis aí uma questão simples e lógica para decidirmos.
Todos nós estamos recebendo as mais diversas notícias pelos meio de comunicação e mídias diversas, mas a própria mídia está alimentando algo que tem solução e de simples aplicação, esquecendo a carga ideológica, atribuídas a todos, digo do nosso Presidente, de um Governador e a tal "mídia do ódio", que estão auferindo apenas seus interesses que para nós pouco importa. O sr. Governador prega o uso de uma vacina para todos os brasileiros, se esquece que ele está fomentando uma briga totalmente ideológica, pois se trata de uma vacina criada por quem disseminou a doença em todo o mundo, se esquecendo que os povos do mundo nunca irão se esquecer de quem "nos passou a doença".
Imperativo que devemos alinhar as causas e efeitos, ou seja, quem disseminou está oferendo a proteção, então devemos refletir, ora se eles estão oferecendo a proteção, por que não oferece de graça ao mundo? Ou a baixo custo? Afinal, eles deram causa a essa terrível e degradante doença, que ceifou a vida de muitos seres humanos. Sr. Governador, apresente, de forma transparente, o real custo desse sacrifício financeiro que os brasileiros terão que arcar. O senhor só peca por um motivo, a insistência em ser essa vacina, por que não ser outra? Qual o problema de termos soluções diferentes a essa vacina chinesa? Por que tanta insistência? Qual a razão de adquirir, de forma antecipada, essa vacina chinesa? Por que não aceita outras alternativas, mesmo que paliativas, que também salvaram vidas (Cloroquina), afinal, autoridades fizeram uso dela e tiveram sucesso, temos exemplos pelo Brasil inteiro, afinal, não queremos salvar vidas?
A questão da vacina, seja ela qual for, será muito bem aceita pela população em geral, o que não será aceita é a forma autoritária com que estão tratando essa questão. Devemos ter um protocolo mínimo de aplicação, "Não Obrigatória", como é o caso da vacina da gripe. Afinal, os idosos e as pessoas com doenças que recomendam a aplicação dessa vacina raramente dispensam sua aplicação e se dirigem aos postos de saúde para tomar. O ser humano é assim, alguns não têm medo da morte, mas todos querem viver.
Afinal, teremos vacina, seja ela chinesa ou de marte. Temos agora a boa notícia do Ministério da Ciência e Tecnologia, dirigida por ninguém nada menos que o nosso querido astronauta bauruense Marcos Pontes, todos nós o conhecemos, homem sério, honesto, correto e muito querido por todos que o conhecem. Tem em seu bojo a aplicação da ciência. Devemos ou não confiar no seu trabalho? Afinal, ele está apresentando para o Brasil e o mundo uma opção de tratamento precoce.
Por isso entendo que estamos discutindo e dando murro em ponta de faca. Precisamos agora, mais do que nunca, de União, pois estamos no topo do mundo, estamos prestes a ter a vacina e ainda temos a oportunidade de um tratamento. Afinal quem tomar a vacina fica imunizado, ou seja, o vírus não terá sucesso nessa pessoa, e quem não se imunizar e pegar o vírus, terá como se tratar (se diagnosticado no início, e temos exames excelentes para isso). Desejo muito que esses dois políticos (Bolsonaro e Doria), acenem com um acordo mútuo em favor da população e não de forma ideológica. Os dois estão na contramão da solução (principalmente o Governador), pois nos dá a impressão que levará alguma vantagem ilícita com tanta insistência na vacina chinesas (pois deveria apoiar toda e qualquer vacina) e o senhor Presidente com as críticas a vacina chinesas (embora tenha afirmado que não se trata dessa vacina e sim de qualquer uma). Pense no povo, senhor Governador, pare com esse chamado autoritário, que obrigará a população a tomar a tal vacina chinesa, deixe que o povo escolha qual vacina quer tomar, afinal quem tomar não estará imunizado? Não precisa Judicializar, o povo sabe muito bem o que quer. Queremos liberdade e o direito ao livre arbítrio, principalmente porque a Constituição nos protege desse tipo de Autoritarismo.
Fique tranquilo, todos querem se cuidar e se prevenir, não precisará obrigar e sim oferecer as alternativas.