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Primeiras doses da CoronaVac chegam dia 20

Estadão Conteúdo
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São Paulo - O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta segunda (9) que São Paulo vai receber no dia 20 de novembro as primeiras 120 mil doses da CoronaVac (contra Covid-19), desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. No Estado, a fábrica para produzir o imunizante só deve ficar pronta em setembro de 2021.

Segundo Doria, as primeiras vacinas vão ser importadas por lotes e a expectativa é de que 6 milhões de doses cheguem ao Brasil até dezembro. O Estado também vai receber insumos para produzir mais 40 milhões de doses da CoronaVac, de acordo com o governador.

A gestão João Doria (PSDB) ainda comemorou nesta segunda-feira o resultado da análise preliminar da vacina da Pfizer, que apontou eficácia de mais de 90% em proteger as pessoas contra a Covid-19 (leia abaixo). O governo de São Paulo, no entanto, afirmou que a Coronavac, o imunizante desenvolvimento pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, estaria "mais adiantado" no processo de autorização, mesmo ainda ser ter a eficácia comprovada.

"Essa informação da Pfizer é muito importante, muito positiva, pelo resultado que ela apresenta já nesta primeira análise da fase 3", afirmou secretário executivo do Centro de Contingência, João Gabbardo. "Isso nos deixa otimistas em relação ao resultado, não só desta como das outras vacinas. Vamos precisar de todas para poder imunizar a população, que precisa estar protegida para voltar à normalidade."

"É um pouco diferente da situação da nossa vacina, que está sendo testada no Brasil, o que vai facilitar muito para as autorizações necessárias pela Anvisa. No nosso entendimento, estamos mais adiantados nesse processo."

Nesta segunda, o governo João Doria anunciou o início das obras da nova fábrica do Butantan para produzir a Coronavac. 

 

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