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Pfizer agiliza registro da vacina

FolhaPress
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Nova York  - A farmacêutica norte-americana Pfizer informou nesta quarta-feira (25) que começou a enviar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) dados sobre a vacina contra a Covid-19 que desenvolve em parceria com a empresa alemã BioNTech.

Na prática, a empresa começará a compartilhar com a agência informações sobre o resultado de testes já realizados para um futuro registro da vacina. O processo é chamado de "submissão contínua" e foi aprovado pela Anvisa no início deste mês.

O objetivo é agilizar a análise de documentos até que haja um pedido formal para registro do produto, etapa necessária para que a vacina possa ser oferecida à população.

Em comunicado, a Pfizer qualificou a medida como "um importante passo para que o imunizante esteja disponível no Brasil."

"A Pfizer disponibilizará todos os dados necessários para avaliação e estará em total colaboração com a Anvisa para que esse processo transcorra da melhor maneira e o mais rapidamente possível", disse em nota Márjori Dulcine, diretora-médica da Pfizer no Brasil.

GOVERNO

O pedido ocorre após reunião com a Anvisa nesta quarta-feira (25). O presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, disse na semana passada que a empresa tem avançado nas negociações com o Ministério da Saúde e que, caso um acordo seja fechado, poderia disponibilizar vacinas já no primeiro trimestre de 2021.

A declaração ocorreu na saída de uma reunião na sede da pasta, em Brasília. "Estamos otimistas de que vamos a chegar a um bom entendimento", afirmou.

RECORDE MUNDIAL

O mundo bateu, na terça-feira (24), o recorde de mortes por Covid-19 registradas em um único dia, segundo informações da plataforma de acompanhamento da pandemia da Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos).

Na terça, foram registrados 12.785 mortes pelo novo coronavírus. O recorde anterior, ainda de acordo com o monitor da universidade, havia ocorrido no último dia 20, com 11.840 novos óbitos. 

Paralelamente, a chefe da Comissão Europeia anunciou que vários países europeus terão vacina disponível para seus cidadãos ainda este ano.

Leia mais à página 18.

 

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