Expressão que vem do inglês, utilizada militarmente, quando acontece por algum tipo de erro e aliado ataca aliado. Isso me veio à cabeça quando dos ataques racistas sofridos pela prefeita eleita Suéllen Rosim, por meio das redes sociais.
Isso porque depois de investigado, descobriu-se (a polícia) tratar-se de um homem de 37 anos, negro. Novidade não tão grande assim, pois o ser humano, seja de qual cor, credo ou raça, tende sempre a nos surpreender de várias maneiras e, sem sombra de dúvidas, surpresas essas quase todas negativas.
Na questão racial, temos no governo Bolsonaro um cidadão negro chamado Sérgio Nascimento de Camargo, presidente da Fundação Palmares que, entre muitas bobagens, se disse "negro de direita' e que "a escravidão foi benéfica para os descendentes de escravos no Brasil". Foi apenas mais um caso do "fogo amigo".
"Mas não se preocupe meu amigo, com os horrores que eu lhe digo, isso é somente uma canção, a vida é diferente, quer dizer, a vida é muito pior...", já disse Belchior.
E para que não reste nenhuma dúvida sobre as minhas convicções quanto às questões de cunho racista, quero saudar aqui meu grande e maior amigo Cassio Henrique Ferreira, orgulhosamente negro, uma pessoa que se você não conhece ainda não perca a oportunidade, é atuante na Igreja da Sagrada Família, e no Bairro Jd. Marambá, este que espera com e sem promessas, há mais de vinte anos "ilhado" em um bairro nobre, numa pequena e injustificável área sem guias de sarjeta e asfalto, inclusive "promessa" feita pelo ex-prefeito Clodoaldo Gazzetta que, como em outros governos, também não foi cumprida.
Asfalto passado muito da hora de ser realizado, e que agora é esperado que seja concretizado no governo proposto pela vítima de recentes ataques insanos, de racismo e futura prefeita Suéllen Rosim.
Um Brasil unificado, em prol da maioria pobre e trabalhadora, é o que realmente precisamos neste país, que também sofre com o racismo, seja ele velado ou não.