Partindo do governo municipal que está na liderança e dos proprietários particulares que estão com o domínio das águas que passam nas suas propriedades rurais, ideal investir para a retenção das águas das chuvas. Alargar e aprofundar onde passa as águas o mínimo necessário. Cuidados para não ser tomada por "taboas" e "água pés" já são o suficiente para suportar a longa estiagem e ajuda na infiltração das águas no solo. Um bom maquinista há de saber construir a bacia para reter as águas em diversos pontos apropriados. Investimento que vale a pena. Não necessita de concretagem. Do solo firme não há perigo de rompimento das águas. Apenas, cuidados nas terras nas áreas mais elevadas para não serem tomadas por ninhos de formigas, em especial, as saúvas que têm a capacidade para formar erosões sem fim. Os capins nascem e crescem rápidos para forrar o entorno das bacias construídas.
A natureza nos oferece água doce por meio de chuvas. Entretanto, observamos que praticamente perdemos sem aproveitarmos. Seguem direto para o mar que é salgado, impróprio para o consumo humano.
Observamos no município de Bauru, a exemplo dessa última estiagem, a preocupação do prefeito municipal e todos quantos disputaram para ocupar o Palácio das Cerejeiras foi em perfurar mais poços artesianos para suprir a "falta de água" para o município.
Não foram poucos poços que já foram fechados por esgotamento das águas. Melhor investir na captação de água superficial.
Estamos distante, mais de cinquenta quilômetros do rio Tietê que retém maior volume de água. Difícil querer captar águas desse rio para distribuir para a população do município de Bauru para o consumo.
A partir das nascentes dos mais diversos pontos, inclusive do Rio Bauru, todas as águas se convergem até desaguar no Rio Tietê sem nenhuma obra para a retenção das águas que possa servir na irrigação da lavoura e nem mesmo para fazer infiltrar no solo que tanto precisamos o consumo humano.
Precisamos aproveitar ao máximo as águas das chuvas que a natureza nos oferece. Diferentemente das épocas remotas temos atualmente maquinarias com avançadas tecnologias as quais substituem trabalho braçal forçado. Focar em investir na retenção das águas das chuvas no solo para sobrevivência humana. Não podemos viver apenas em subtrair as águas do solo e deixar que as águas das chuvas que são doce simplesmente se misturem com as águas salgadas impróprio para o consumo humano. Opinião minha.