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Fiocruz libera vacinas de Oxford

Estadão Conteúdo
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Rio de Janeiro - Depois de passar toda a madrugada preparando as doses das vacinas AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 que chegaram na noite de sexta-feira (22) ao Rio de Janeiro, a equipe da Fiocruz começou a liberar os caminhões que vão levar os dois milhões de doses recebidos da Índia para os Estados brasileiros. Não foi divulgado o destino do primeiro caminhão e nem o volume carregado. O veículo trafegava sob escolta.

Desde a madrugada, as vacinas compradas pelo governo brasileiro do Instituto Serum, da Índia, passaram por um processo de análise para checagem de segurança e etiquetadas em português, que continuou na parte da manhã. As doses de vacinas contra o coronavírus chegaram à noite no Rio, na base aérea anexa ao aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador (zona norte da cidade), trazidas em avião que partiu do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Elas foram desenvolvidas pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca e precisam ser conservadas sob temperatura entre 2ºC e 8ºC.

ESTRATÉGIA

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) Rio de Janeiro avalia distribuir todas as doses da vacina Astrazeneca que serão recebidas neste sábado de uma única vez, já que a segunda dose pode ser dada em até três meses, quando o secretário de Saúde, Carlos Alberto Chaves, estima que a vacina seja produzida no Brasil.

O mesmo não pode ser feito com a CoronaVac, que precisa ter a segunda dose ministrada em até 21 dias. "Para saber se vão ser dadas todas as doses ou não, precisamos saber o volume que será destinado ao Estado", esclareceu a SES. São Paulo receberá 500 mil doses.

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