Em 21/2/21 o Jornal da Cidade publicou texto meu sob a epígrafe de: "Uma chocante surpresa", sobre um avistamento ufológico na fazenda "Pedra Branca"(Duartina), em 30/9/96.
Em 16/10/96, eu e Adair Dutra Bugine (um ufólogo bauruense) viajamos outra vez para lá para fazer vigília noturna, só nós 2. Ao chegarmos no local, já havia um carro que trouxe 5 pesquisadores vindos de muito longe.
O carro de Adair ficou estacionado bem atrás do carro deles. Era uma noite com céu nublado. Sozinho estava eu dentro do carro de Adair, saboreando um sanduíche e um refrigerante gelado.
Um dos 5 pesquisadores se aproximou do carro deles. Ele não notou minha presença porque estava muito escuro. Imprudentemente ele abriu o porta-malas. Deixando à mostra 5 fuzis. Pegou rápido um agasalho, sem mexer nos fuzis. Fechou o porta-malas e retirou-se.
Dos meus 10 até 17 anos de idade meu pai me levava com frequência até os quartéis de artilharia de costa na baixada santista, onde serviu. Absorvi a atmosfera reinante num quartel do exército: a defesa nacional.
Confidenciei minhas ilações para Adair, longe dos outros: os 5 militares estavam travestidos de pesquisadores civis, a serviço da defesa nacional.
É mister enfatizar que Adair, sob a égide da Escola Superior de Guerra(RJ) do exército brasileiro, fez em Bauru (1978) um curso de defesa nacional. Por derradeiro, acordamos (eu e Adair) em participar na vigília com os 5.
Ao final, eles foram embora sem saber que sabíamos quem eles eram. Guardamos sigilo em respeito profundo à nobre missão deles: a defesa nacional...