É certo que uma "gripezinha" não mataria tantos brasileiros, mas também não se pode descuidar das prescrições recomendadas de proteção (máscara, distanciamento e higienização). O coronavírus está vivo, é contagiante e mata. Todo o mundo quer a salvadora vacina e não há vacina para todo mundo. Muita gente cansou, desistiu do confinamento, daí a fatalidade.
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