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SP prevê reabrir escolas em 12 de abril

Estadão Conteúdo
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São Paulo - A Prefeitura de São Paulo adiou a volta às aulas presenciais nas escolas públicas e privadas de 5 para 12 de abril. A decisão está em decreto publicado no Diário Oficial da Cidade. A reabertura dos colégios, porém, depende do encerramento da fase emergencial em vigor no Estado, implementada pelo governo paulista por causa do agravamento da pandemia.

O retorno às atividades presenciais, conforme o decreto da Prefeitura, está condicionado à decisão da Secretaria Municipal de Saúde. Escolas estão autorizadas a fornecer alimentos para os estudantes mesmo durante a fase emergencial.

Na volta às aulas, a gestão Bruno Covas (PSDB) prevê ainda prioridade aos profissionais dos serviços essenciais, como saúde, educação, assistência social, transporte público, segurança e serviço funerário. Na reabertura, o funcionamento ficará limitado a 35% dos estudantes. Os profissionais da rede municipal de ensino também farão testes de sorologia do novo coronavírus entre 5 e 8 de abril.

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O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, afirmou ontem que as aulas presenciais estão autorizadas pelo Estado desde que sejam obedecidas as regras da fase vermelha do Plano São Paulo, como a ocupação máxima de 35%, e autorizadas pelas prefeituras. "Alguma restrição pode ter sido feita por algum dos municípios", disse. Estado e Prefeitura têm travado embates sobre a abertura das escolas durante toda a pandemia.

Educadores defendem priorizar a retomada de aulas presenciais, após longo período de escolas fechadas desde o ano passado, o que traz prejuízos de aprendizagem e socioemocionais às crianças.

Especialistas em saúde apontam que o ambiente escolar traz baixo risco de contágio. Por outro lado, grande parte dos cientistas defende hoje o lockdown para conter a alta da transmissão em todo o País.

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