As mudanças que vêm ocorrendo no Brasil e no mundo, com certeza, são de difícil assimilação para quem, agora, tem que conviver com estas. É verdade que as mudanças são uma constante em nossas vidas, nascer, crescer, envelhecer (aceitação) e a morte.
Mas como temos notado nos últimos meses, vemos sofrendo uma overdose dessas mudanças em relação ao curso quase normal, pelo qual estávamos mais ou menos acostumados a seguir.
É claro que como pretendo discriminar ainda, nem tudo tem sido para o mal, ou para uma marcha ré da nossa sociedade ou para cada um de nós. Estamos evoluindo, por exemplo, para aceitação daquilo que era considerado o normal, no tocante à sexualidade das pessoas, principalmente daquelas que não podiam se mostrar, ou mostrar de fato quem eram, passando assim a vida toda escondidas da sociedade e, muitas vezes, infelizes e fugindo de si mesmas.
O racismo da cor da pele é outro ponto , com a abertura dos portões globais e aproximação através das tecnologias consideradas novas ou das facilidades de uma interação física, estamos aprendendo que podemos ser diferentes, dependendo do olhar, mas nunca superiores ou inferiores, porque, infelizmente, essa superioridade está a cargo, principalmente, do quanto temos ou deixamos de ter: dinheiro.
Agora, voltando à educação, essa vem quebrando muitos paradigmas com relação aos costumes mais tradicionais. O ensino em massa a distância, suas descobertas, seus desacertos como a troca de função, pai/professores, tudo isso agora é realidade ou o tal novo normal já batizado.
E, por último "exemplo", as quebras de paradigmas do nosso presidente (sem noção e sem educação - uma aberração), ou mesmo do ex-presidente do País mais rico, mais poderoso e mais democrático do mundo. Ele que não queria largar o cargo, depois de perder as eleições. E eu digo quebra de paradigma porque grande parte das pessoas consideradas normais e comuns vem participando e apoiando essas mudanças de reestruturação social e de costumes.
Mas, sinceridade? Às vezes, acho mesmo, que estamos todos fodidos!