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Fiocruz volta a atestar efetividade da Oxford

Agência Brasil
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Rio de Janeiro - Um estudo publicado nesta semana pela Fiocruz, em parceria com a Universidade de Oxford e outras instituições, indica que os anticorpos produzidos pela imunização reconhecem mais a variante britânica e menos a variante sul-africana, que acumula um número maior de mutações. A variante P1, brasileira, fica em uma posição intermediária nessa escala. Quando é analisada a resposta imune celular, entretanto, dados mostram que ela não se altera de forma significativa. 

"Isso dá uma confiança maior de que essa vacina terá condição de manter, frente à variante brasileira, esses dados de efetividade", concluíram pesquisadores da Fiocruz.

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