Internacional

Reino Unido comemora uma terça-feira com morte zero pela Covid-19


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Londres  - O Reino Unido não registrou nenhuma nova morte por Covid-19 nesta terça-feira, 1º, pela primeira vez desde julho do ano passado, informaram autoridades britânicas. Nos últimos sete dias, 43 óbitos relacionados à doença foram notificados às autoridades, uma queda de 5 pontos percentuais em relação ao registro anterior. O anúncio vem em meio a uma acelerada campanha de vacinação no país.

O país de 66 milhões de habitantes já aplicou ao menos uma dose de vacina em 74,9% de sua população adulta. Quase metade, 48,9%, já recebeu a segunda dose e está, portanto, totalmente imunizada. O país enfrenta, no entanto, um cenário preocupante, desencadeado pela chegada da variante indiana, hoje responsável pela maioria dos novos casos na região. Nesta terça-feira, o país registrou 3.165 novas infecções.

VACINAS

No Twitter, o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, creditou o sucesso às vacinas. "Estão claramente funcionando - protegendo você, aqueles ao seu redor e seus entes queridos", escreveu. Hancock pediu, no entanto, que a população não se descuide.

O Reino Unido planeja suspender as medidas restritivas que ainda estão em prática no país no dia 21 de junho, embora alguns especialistas afirmem que ainda é cedo para isso. O governo afirmou que tomará uma decisão sobre o adiamento ou não da data em 14 de junho.

O Reino Unido é um dos países mais afetados pelo coronavírus e tem o maior número de mortes da Europa até o momento: 127.782.

MAIS DINHEIRO

Paralelamente, o Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, e as Organizações Mundiais do Comércio (OMC) e da Saúde (OMS) pediram, em comunicado divulgado à imprensa nesta terça-feira, 1º, por investimentos de US$ 50 bilhões para acelerar a capacidade de produção, suprimento e comercial de vacinas contra a covid-19, bem como de medicamentos e insumos necessários ao combate da doença. De acordo com a nota, os investimentos gerariam US$ 9 trilhões em "retornos econômicos" até 2025.

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