O Governo do Estado tem priorizado a missão de salvar vidas e combater a pandemia de Covid-19, assegurando assistência igualitária em todas as regiões, incluindo Bauru. Tanto que o salto de leitos de UTI na região foi de 30 para 260 leitos de UTI, quase dez vezes maior do que o cenário pré-pandemia, além de outros 360 leitos de enfermaria exclusivos para atendimento a pacientes da doença.
Ao contrário do município de Bauru, o Governo de SP tem trabalhado exaustivamente para cumprir esta missão. Nesse sentido, repassou à região desde o ano passado mais de R$ 23,8 milhões para auxílio no combate à pandemia de COVID-19, sendo R$ 4,1 milhões especificamente para o município de Bauru. E também mantém serviços estaduais de referência COVID, como o Hospital Estadual de Bauru, o Hospital das Clínicas de Botucatu, Hospital Geral de Promissão e os hospitais de campanha instalados em Botucatu e em Bauru, que juntos operam com 21 leitos UTI e 56 clínicos. Este último, inclusive, teve 10 leitos de UTI ampliados recentemente, dos quais a Prefeitura somente participou da ativação por determinação da Justiça.
Para outras patologias, a população conta com o Hospital de Base de Bauru e a Maternidade Santa Isabel, por exemplo, e futuramente - no primeiro semestre de 2022 - o Hospital Manoel de Abreu, que atualmente está em obras. A Secretaria mantém o compromisso de fortalecer o SUS de SP em todo o território estadual, inclusive na região de Bauru. As medidas para implantação de um serviço de alta complexidade no prédio da USP - o HC Bauru - envolvem discussões técnicas como aprimoramento de infraestrutura e perfil assistencial e são objeto de análise pelas equipes da pasta, considerando as necessidades regionais.
Vale lembrar que a principal maneira de prevenção da COVID-19 e de evitar que mais pessoas adoeçam e precisem de hospitalização, é o cumprimento dos protocolos sanitários, que frequentemente são desrespeitados pela gestão municipal, que promove aglomerações e subestima medidas de controle de circulação necessárias para evitar o crescimento de internações, e cobra justamente o que não faz e é preciso para salvar vidas: aumentar leitos. O Estado continuará zelando pela vida e pela saúde de todos, cobrando responsabilidade dos gestores e cidadãos para enfrentamento da maior pandemia dos últimos 100 anos.
Além de manter hospitais e auxiliar a rede pública, a Secretaria de Estado da Saúde também mantém uma estratégia especial de gestão de leitos hospitalares desde o inícío, para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves, com suporte da Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde). A demanda é descentralizada na rede, considerando que há regulações municipais ou regionais, com os respectivos serviços de referência para sua área de abrangência. Ou seja, o sistema também é utilizado pelos municípios, que têm autonomia para avaliar e encaminhar casos em seu território.
A regulação depende da disponibilidade de leitos e de condição clínica adequada para que o paciente seja deslocado com segurança até o hospital de destino.