Esportes

'Pernas frescas'


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Nem Marta, nem Formiga, nem Debinha. O grande diferencial da Seleção Brasileira de futebol feminino até aqui é o plantel. É com essa carta na manga que a treinadora sueca Pia Sundhage pretende cumprir a meta de classificar o Brasil na fase de grupos das Olimpíadas de Tóquio-2020 na partida desta terça-feira (27), às 8h30 (de Brasília), contra a Zâmbia, no Saitama Stadium e, assim, focar a preparação de olho nas etapas eliminatórias.

"É uma fórmula para a vitória conseguir usar as jogadoras do banco de reservas. Sempre que entram, elas estão mudando o jogo e fico muito feliz com isso", afirmou a técnica.

Apesar de ter a mesma campanha da Holanda (uma vitória e um empate), o Brasil figura na segunda colocação por ter um saldo de gols inferior nas duas rodadas disputadas (5 a 7). Com quatro pontos, um simples empate é suficiente para as brasileiras chegarem às quartas de final.

Preocupada em manter a motivação de todas as jogadas em alta, Pia chegou a destacar as meninas que vêm fazendo a diferença. "A Angelina, a Ludmila, a Geyze foram exemplo disso na última vez. É um momento da competição em que podemos usar pernas frescas. Temos 22 boas jogadoras e o fato de que algumas ainda não jogaram vai permitir que elas entrem e façam um bom jogo", completou.

Com oito gols marcados nos Jogos de Tóquio, a distribuição das artilheiras foi dividida em cinco peças. Marta lidera essa relação com três gols. Debinha vem logo atrás com duas bolas na rede enquanto Ludmila, Andressa Alves e Bia Zaneratto completam a lista. "É muito importante que todas estejam jogando. Isso significa que estar no banco é se preparar para entrar".

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