Parabéns para Marcele Tonelli pela ótima matéria, texto e fotos publicados na edição de domingo passado, dia 15. Com título "Cão resgatado vira mascote em lar de idosos", essa matéria deveria ser impressa em seu tamanho natural do JC e distribuída em hospitais públicos, particulares, casas de saúde e afins. Dentro desse foco, sugiro que o Centro de Controle de Zoonoses - CCZ, ONGs e entidades ligadas à causa animal e afins, entrem em contato com os locais citados para terapia canina e ou felina. O CCZ poderia avaliar e indicar animais vacinados, castrados e dóceis. Eles seriam levados para uma experiência no relacionamento com idosos e doentes. No início poderia ocorrer uma inibição do cão. Depois, aproximação e troca de carinhos. Com gatos, seria uma pouco mais difícil porque gostam de dormir muitas horas. É possível prever que eles trocariam tempo de sono por colos e carinhos. Esse relacionamento humano/canino/felino ocorre nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Rússia, Japão em outros países com bons resultados nos internados, independente da idade, devido a interação. Se deu certo no Exterior vai dar certo em Bauru. É só ter vontade e testar.
PS. A Prefeitura divulgou a implantação do castramóvel. Depois, surgiu um silêncio ensurdecedor que permanece até hoje. Seria mais um caso de muita teoria e pouca prática ? CCZ. É emocionante visitar o CCZ. Quem vai lá é saudado por uma sinfonia de latidos. Ao caminhar ao lado dos abrigos, eles pulam sem parar e com as patas postas, em forma de oração, olhar choroso pedindo: me tira daqui. Me leve para sua casa. Esses animais são bons companheiros com ou sem pandemia e ótimo remédio contra a solidão. Em Mogi-Mirim, hospitais estão permitindo a visita dos cães aos seus donos. Bom exemplo. Quem estiver de acordo permaneça sentado. Auau e miau para todos. Outro PS. Os preços do que as pessoas consomem no dia a dia continuam subindo verticalmente. Até quando?