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Dólar cai 2,23% no maior tombo desde março

Estadão Conteúdo
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Acombinação de um ambiente externo de amplo apetite com a defesa da manutenção do teto de gastos pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), abriu espaço para uma queda acentuada do dólar ontem. Com renovação de mínimas ao longo da tarde, em meio à perda de fôlego extra da moeda lá fora e à desmontagem de operações defensivas por investidores locais, o dólar à vista encerrou o pregão em queda de 2,23%, a R$ 5,2622 - menor valor desde 13 de agosto (R$ R$ 5,2451).

Foi o maior tombo diário desde 31 de março (-2,31%).

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