Não se constitui em novidade para a maioria absoluta dos brasileiros a inflação, que provocou um aumento dos mais acentuados no custo de vida, estando dentro desse contexto os idosos e, nessas condições, o clima gera preocupação, pois grande parte dessa parcela da população é responsável pelo orçamento doméstico de suas famílias.
Quem se dirige aos estabelecimentos comerciais acaba levando um susto e que compreende a refeição básica como arroz, feijão, óleo de soja e carne, tiveram um aumento significativo nos preços e vai tomando dimensão a cada dia que se sucede com a queda desenfreada do poder de compra.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos doze meses a inflação ficou em 3,14%, mas para a terceira idade ensejou esse expediente em 4%, ou seja, os preços de produtos e serviços para idosos tiveram um ritmo mais acentuado quando comparado ao da população em geral.
É certo que os custos de vida são variados para as pessoas, pois cada uma tem suas limitações, condições e rendas diferentes. Independente da situação em que se enquadra cada cidadão, a maioria concorda que o orçamento caminha de uma forma elevada e cada vez mais apertando o cinto, fazendo uma reflexão sobre os dois fenômenos que caminham lado a lado: receita e despesa.
A inflação se constitui nos impactos sobre a vida das pessoas, tanto é que no Brasil o indicador oficial de inflação é o Índice de Preços Para o Consumidor Amplo e o que se verifica nos dias atuais uma situação das mais deprimentes, porque não existe uma disciplina nos preços com uma variedade até certo ponto surpreendente entre um estabelecimento e outro, o que vem caracterizar crime contra a economia popular.
Cresce o número de pessoas acima de 65 anos com a necessidade de mais recursos financeiros e, parte dessa faixa etária de idade, parte para conquistar um lugarzinho ao Sol junto ao mercado de trabalho, já que o poder aquisitivo, além de sofrer uma supressão, luta para a sobrevivência, diante de um cenário insustentável jamais visto em governos anteriores.
A piora nas condições de vida da sociedade brasileira segue em ritmo acelerado e as pressões constituídas pela inflação provocam sensivelmente a baixa renda de uma boa parte da população, além do que não consegue se compor com o enfrentamento da oscilação de preços e os dias que virão tendem a se tornar sombrios, principalmente à classe de baixa renda e aos menos favorecidos pela sorte.
Governo tenta se ausentar, mas tem responsabilidade pela inflação crescente e faz com que os pobres fiquem cada vez mais pobres sem ter o que pôr à mesa em matéria de alimentação básica, já que o problema inflacionário no país é considerado o mais alto registrado no ano em curso.
Referida inflação, este fenômeno que assusta mesmo a classe mais privilegiada, segue em ritmo acelerado no país como mostram os resultados do IPCA e INPC, divulgados recentemente, o que vem caracterizar um fato que assola a própria população, embora o governo argumente que o problema enfocado é mundial, mas tem responsabilidade, conforme já dissemos anteriormente, adotando medidas que disciplinem a majoração dos preços.
Dias atrás o governo comentou a fala recente do presidente Jair Messias Bolsonaro em que comparou preços e produtos no Brasil com Estados Unidos e Europa, que é o caso, principalmente da carne moída, mas na realidade esse produto vem se acelerando no preço cada vez mais no bolso do consumidor, este consumidor sofrido que vem suportando a situação presente.
No caso do INPC, é ainda mais preocupante, porque os índices refletem o custo de vida para famílias de menor poder aquisitivo, as que mais sofrem pela sobrevivência em confronto com a disparada da alta sobre produtos que correspondem à cesta básica.
Há de se ressaltar que os dados do IBGE mostram uma repetição do que vem ocorrendo nos últimos meses.
As prestações vêm, principalmente das tarifas de energia elétrica e dos combustíveis, com influência nos preços sobre os produtos que mais se consomem e que não há outra alternativa senão enfrentá-los, porque não se vê iniciativa por parte do governo, para que o brasileiro tenha o mínimo de sobrevivência digna.
Enfim, o fenômeno inflação segue afetando o poder de compra da população, isto é, daquela com poder aquisitivo limitado e que respinga na própria recuperação da economia. Além desse aspecto, a elevação dos preços dos alimentos, dos combustíveis e do gás de cozinha, além da própria crise hídrica, são os fatos que se constituem na situação em que se encontra o Brasil.