Ele era pesquisador, dedicado à sua profissão e à família.
Uma tarde, estava ele trabalhando em seu laboratório, quando surge seu filho caçula, pedindo-lhe para brincar de bola.
Impedido, no momento, de deixar o trabalho, prometeu que iria, depois que o menino fizesse a tarefa que o pai ia lhe designar, recompor os pedaços de uma folha de revista, onde havia a figura do nosso planeta, ali mostrada, e que ia ser rasgada em pedaços, para serem recolocados, como se fossem um quebra-cabeça; assim, o menino, entretido, não reclamaria do tempo de espera, ficando o pai, disponível para terminar o seu trabalho, naquele dia.
O garoto examinou a folha, pegou todos os seus pedaços e pôs-se a trabalhar.
Mas, alguns minutos depois, surpreendentemente, o filho voltou com todos os pedaços em seus devidos lugares, e a figura montada do planeta Terra.
Admirado, o pai verificou que, realmente, o planeta Terra estava perfeitamente reconstruído.
Indagando ao menino como ele conseguiu, em tão pouco tempo, este lhe respondeu: - Foi fácil, papai! Do outro lado da página, eu vi que havia a figura de um homem, bem atrás do planeta Terra; então, resolvi reconstruir a figura do homem e, assim, reconstruí a Terra.
Moral: a reforma coletiva depende da reforma individual.
Pense nisto!
A autora é colaboradora de Opinião.