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Shows e baladas voltam em SP, mas com o uso de máscaras

Estadão Conteúdo
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São Paulo é uma cidade que funciona por meio das relações humanas e de sua vida cultural. Com a pandemia interferindo e interrompendo esses dois elementos, passamos a viver em um lugar um pouco mais moribundo. Essa é uma reflexão do pesquisador musical e DJ Tutu Moraes, criador de uma das festas mais longevas e importantes da cena paulistana, a Santo Forte.

Com 16 anos de existência (contando o período pandêmico), a festa de música brasileira interrompeu suas atividades presenciais em março de 2020 - para retomar agora, com datas confirmadas para os próximos dias 6 e 20 de novembro. A partir deste dia 1.º o governo paulista deve implementar uma nova fase do Plano São Paulo de Combate à Covid, autorizando festas e shows com pessoas em pé e pistas de dança (ainda com a obrigatoriedade do uso de máscaras e de apresentação de comprovante de vacinação). "Com responsabilidade e ética, podemos voltar a fazer as pessoas felizes. Vamos começar a tirar a pandemia de dentro da gente", disse Tutu.

De acordo com Adipe Neto, produtor de outras festas importantes, além de seguir os protocolos SP contará com um público menor do que o habitual. "Teremos um fluxo mais tranquilo. Vamos trabalhar com a Vigilância Sanitária. Nós somos os principais interessados em não fechar. As festas e o entretenimento noturno nos ajudam a nos sentir vivos", disse Neto.

RÉVEILLON

Inevitável que com as novas possibilidades de festas, shows e baladas, a cidade já começasse a viver a expectativa das festas de réveillon. Alguns hotéis já estão anunciando e vendendo seus pacotes de final de ano. O Hyatt, começou a venda de festa de Natal e de Ano-novo - não sendo possível comprar apenas a festa, mas com a hospedagem.

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