Seria muito fácil fecharmos os olhos e passarmos por despercebidos! Mas a realidade é outra. Tudo dentro do senso e consenso! Caminhar é preciso... Não somos estátuas, estáticas e cegas. Nas manhãs de domingo, na feira da Rua Gustavo Maciel, é point de encontros e momentos de saborear um delicioso pastel! Tudo bem!
Se não fosse o contratempo de vermos inúmeros animais em caixas de papelão para serem doados. Sendo, na maioria das vezes, adotados por moradores de rua, que, também, necessitam de um lar!
Que não fosse a Praça Rui Barbosa, Praça Machado de Mello ou Praça Dom Pedro II. Sem contar o disparato de vivenciarmos galináceas, patos e outros sendo comercializados em viveiros que aglutinados em condições degradantes!
Não sei a quem compete à fiscalização! É difícil! Todos precisam sobreviver, mas a coerência tem que prevalecer... Fica o recado.